InícioGestão de DespesasSistema de Gestão Integrada: 5 passos para implementar na frota

Sistema de Gestão Integrada: 5 passos para implementar na frota

Um Sistema de Gestão Integrada, ou SGI, é uma plataforma que centraliza dados, processos, aprovações e indicadores de diferentes áreas da empresa em um único ambiente. 

Durante muito tempo, a gestão de frotas funcionou com planilhas, relatórios separados e aprovações manuais. Mas, quando cada frente da operação gera seus próprios dados, o gestor enxerga o problema tarde demais, e, muitas vezes, só depois que o custo já virou prejuízo. 

  • O que é um Sistema de Gestão Integrada?
  • Por que sistemas fragmentados custam caro para a frota?
  • O que um SGI de mobilidade corporativa integra na prática?
  • Como implementar um SGI de frota?
  • Edenred GoHub: o SGI de mobilidade corporativa
  • Como um SGI ajuda a reduzir custos e melhorar decisões?

O que é um Sistema de Gestão Integrada (SGI)?

Um Sistema de Gestão Integrada é uma plataforma tecnológica que conecta diferentes áreas e processos de uma operação em um único ambiente de controle. 

Em vez de cada frente trabalhar com suas próprias ferramentas e gerar seus próprios dados isolados, o SGI centraliza tudo: informações, aprovações, relatórios e indicadores ficam acessíveis em um só lugar, em tempo real.

Na gestão de frotas corporativas, um SGI integra especificamente as três maiores fontes de despesa operacional:

  • Abastecimento: quem abasteceu, onde, quanto, com qual veículo e a que custo;
  • Manutenção: histórico de revisões, orçamentos aprovados, peças trocadas, fornecedores homologados;
  • Pedágios e mobilidade: rotas realizadas, custos por trecho, gastos com vale-pedágio e reembolsos.

Por que sistemas fragmentados custam caro

Antes de falar sobre o que um SGI oferece, vale entender o custo real de não tê-lo.

  • Custo de visibilidade tardia: sem integração, os dados de abastecimento chegam ao financeiro com semanas de atraso. Um desvio que poderia ter sido corrigido no dia 5 só é descoberto no fechamento do mês, quando o prejuízo já está consolidado.
  • Custo de retrabalho: aprovações por e-mail, planilhas atualizadas manualmente e relatórios montados por diferentes pessoas geram versões conflitantes dos mesmos dados. A equipe gasta horas reconciliando informações em vez de agir sobre elas.
  • Custo de fraude não detectada: sem cruzamento automático de dados entre abastecimento e telemetria, por exemplo, é difícil identificar abastecimentos incompatíveis com a capacidade do tanque ou com a localização do veículo.
  • Custo de manutenção reativa: sem histórico centralizado de revisões, a manutenção preventiva é negligenciada. A manutenção corretiva, em média, custa de 3 a 4 vezes mais que a preventiva e ainda gera paralisação do veículo.

Esses quatro custos são invisíveis nas planilhas, mas somam valores expressivos ao final de cada trimestre.

O que um SGI de mobilidade corporativa integra na prática

Um SGI aplicado à gestão de frotas vai além de centralizar dados — ele cria um fluxo de controle que conecta a operação ao financeiro em tempo real. Veja o que isso significa em cada frente:

Gestão de abastecimento integrada

Com um SGI, cada abastecimento realizado com o cartão corporativo gera automaticamente um lançamento categorizado, associado ao veículo, ao motorista, ao posto e ao centro de custo correto. 

O gestor configura regras de uso como limite por abastecimento, restrição por tipo de combustível, raio de postos autorizados e o sistema bloqueia transações fora das políticas sem precisar de intervenção manual.

O cruzamento com os dados de telemetria identifica em tempo real se o volume abastecido é compatível com a capacidade do tanque e com a quilometragem registrada. Qualquer inconsistência gera um alerta automático.

Gestão de manutenção integrada

O SGI mantém o histórico completo de cada veículo: revisões realizadas, peças trocadas, fornecedores utilizados e custos por intervenção. Com base na quilometragem e no calendário de revisões, o sistema agenda automaticamente as manutenções preventivas e envia alertas ao gestor antes do prazo vencer.

Quando um motorista abre uma solicitação de manutenção corretiva, o fluxo de aprovação segue um caminho pré definido dentro do sistema, sem e-mails perdidos, sem aprovações verbais que depois ninguém lembra. 

O orçamento é comparado ao histórico do fornecedor e aprovado ou escalado conforme as alçadas de autorização configuradas.

Gestão de pedágios e mobilidade integrada

As despesas com vale-pedágio, estacionamento e reembolsos de mobilidade são registradas e categorizadas automaticamente, associadas a rotas e centros de custo específicos. 

O gestor tem visibilidade sobre o custo real de cada rota e pode identificar oportunidades de otimização, ou cobranças indevidas, sem precisar auditar manualmente nota por nota.

Como implementar um SGI de frota: o caminho prático

A implementação de um SGI de mobilidade não precisa ser um projeto de TI de meses. Com as soluções certas, o processo segue uma sequência lógica e progressiva:

1. Diagnóstico das despesas atuais 

Mapeie onde estão as maiores fontes de gasto e onde a visibilidade é mais precária. Em geral, abastecimento e manutenção concentram mais de 70% das despesas operacionais de frota.

2. Definição de políticas de uso

Antes de ativar qualquer controle tecnológico, é fundamental ter a política de frota formalizada: quem pode abastecer, onde, quanto, com quais veículos e em quais situações a manutenção pode ser aprovada sem escalonamento.

3. Implementação do cartão e da plataforma

Com a política definida, o cartão corporativo de abastecimento é configurado com os parâmetros corretos, limites, restrições e centros de custo. A plataforma GoHub é ativada com o cadastro da frota, motoristas e fornecedores homologados.

4. Treinamento das equipes operacionais

Motoristas precisam entender como usar o cartão e quais são as regras. Gestores precisam saber como ler os dashboards e agir sobre os alertas. Esse passo é frequentemente subestimado e é o que mais impacta a taxa de adoção.

5. Monitoramento e ajuste contínuo

Nas primeiras semanas, os dados gerados pelo SGI revelam padrões que antes eram invisíveis. Esse é o momento de ajustar políticas, corrigir cadastros e calibrar os alertas para o perfil da frota.

Edenred GoHub: o SGI de mobilidade corporativa

O Edenred Mobilidade GoHub é a plataforma que integra em um único ambiente todos os pilares da gestão de despesas de frota: abastecimento, manutenção, pedágios e mobilidade.

Ele foi desenvolvido especificamente para o contexto de frotas corporativas brasileiras, o que significa que as integrações, as políticas de controle e os relatórios já estão configurados para a realidade de quem gerencia de 5 a 5.000 veículos, com múltiplos motoristas, centros de custo e fornecedores.

O que o GoHub centraliza:

FrenteO que é integrado
AbastecimentoTransações em tempo real, alertas de desvio, relatórios por veículo/motorista/posto
ManutençãoHistórico por veículo, agendamento preventivo, fluxo de aprovação de orçamentos
PedágiosLançamentos automáticos por rota, conciliação com extrato de vale-pedágio
FinanceirosDashboard de custo total da frota, custo por km, exportação para ERP (SAP, TOTVS, Oracle)
ComplianceRelatórios de conformidade de política, auditoria de transações, controle de alçadas

Integrações com ERPs do mercado: o GoHub se conecta nativamente com os principais sistemas de gestão empresarial utilizados no Brasil, eliminando a necessidade de importação manual de dados entre o sistema de frota e o financeiro corporativo.

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