Um Sistema de Gestão Integrada, ou SGI, é uma plataforma que centraliza dados, processos, aprovações e indicadores de diferentes áreas da empresa em um único ambiente.
Durante muito tempo, a gestão de frotas funcionou com planilhas, relatórios separados e aprovações manuais. Mas, quando cada frente da operação gera seus próprios dados, o gestor enxerga o problema tarde demais, e, muitas vezes, só depois que o custo já virou prejuízo.
- O que é um Sistema de Gestão Integrada?
- Por que sistemas fragmentados custam caro para a frota?
- O que um SGI de mobilidade corporativa integra na prática?
- Como implementar um SGI de frota?
- Edenred GoHub: o SGI de mobilidade corporativa
- Como um SGI ajuda a reduzir custos e melhorar decisões?
O que é um Sistema de Gestão Integrada (SGI)?
Um Sistema de Gestão Integrada é uma plataforma tecnológica que conecta diferentes áreas e processos de uma operação em um único ambiente de controle.
Em vez de cada frente trabalhar com suas próprias ferramentas e gerar seus próprios dados isolados, o SGI centraliza tudo: informações, aprovações, relatórios e indicadores ficam acessíveis em um só lugar, em tempo real.
Na gestão de frotas corporativas, um SGI integra especificamente as três maiores fontes de despesa operacional:
- Abastecimento: quem abasteceu, onde, quanto, com qual veículo e a que custo;
- Manutenção: histórico de revisões, orçamentos aprovados, peças trocadas, fornecedores homologados;
- Pedágios e mobilidade: rotas realizadas, custos por trecho, gastos com vale-pedágio e reembolsos.
Por que sistemas fragmentados custam caro
Antes de falar sobre o que um SGI oferece, vale entender o custo real de não tê-lo.
- Custo de visibilidade tardia: sem integração, os dados de abastecimento chegam ao financeiro com semanas de atraso. Um desvio que poderia ter sido corrigido no dia 5 só é descoberto no fechamento do mês, quando o prejuízo já está consolidado.
- Custo de retrabalho: aprovações por e-mail, planilhas atualizadas manualmente e relatórios montados por diferentes pessoas geram versões conflitantes dos mesmos dados. A equipe gasta horas reconciliando informações em vez de agir sobre elas.
- Custo de fraude não detectada: sem cruzamento automático de dados entre abastecimento e telemetria, por exemplo, é difícil identificar abastecimentos incompatíveis com a capacidade do tanque ou com a localização do veículo.
- Custo de manutenção reativa: sem histórico centralizado de revisões, a manutenção preventiva é negligenciada. A manutenção corretiva, em média, custa de 3 a 4 vezes mais que a preventiva e ainda gera paralisação do veículo.
Esses quatro custos são invisíveis nas planilhas, mas somam valores expressivos ao final de cada trimestre.
O que um SGI de mobilidade corporativa integra na prática
Um SGI aplicado à gestão de frotas vai além de centralizar dados — ele cria um fluxo de controle que conecta a operação ao financeiro em tempo real. Veja o que isso significa em cada frente:
Gestão de abastecimento integrada
Com um SGI, cada abastecimento realizado com o cartão corporativo gera automaticamente um lançamento categorizado, associado ao veículo, ao motorista, ao posto e ao centro de custo correto.
O gestor configura regras de uso como limite por abastecimento, restrição por tipo de combustível, raio de postos autorizados e o sistema bloqueia transações fora das políticas sem precisar de intervenção manual.
O cruzamento com os dados de telemetria identifica em tempo real se o volume abastecido é compatível com a capacidade do tanque e com a quilometragem registrada. Qualquer inconsistência gera um alerta automático.
Gestão de manutenção integrada
O SGI mantém o histórico completo de cada veículo: revisões realizadas, peças trocadas, fornecedores utilizados e custos por intervenção. Com base na quilometragem e no calendário de revisões, o sistema agenda automaticamente as manutenções preventivas e envia alertas ao gestor antes do prazo vencer.
Quando um motorista abre uma solicitação de manutenção corretiva, o fluxo de aprovação segue um caminho pré definido dentro do sistema, sem e-mails perdidos, sem aprovações verbais que depois ninguém lembra.
O orçamento é comparado ao histórico do fornecedor e aprovado ou escalado conforme as alçadas de autorização configuradas.
Gestão de pedágios e mobilidade integrada
As despesas com vale-pedágio, estacionamento e reembolsos de mobilidade são registradas e categorizadas automaticamente, associadas a rotas e centros de custo específicos.
O gestor tem visibilidade sobre o custo real de cada rota e pode identificar oportunidades de otimização, ou cobranças indevidas, sem precisar auditar manualmente nota por nota.
Como implementar um SGI de frota: o caminho prático
A implementação de um SGI de mobilidade não precisa ser um projeto de TI de meses. Com as soluções certas, o processo segue uma sequência lógica e progressiva:
1. Diagnóstico das despesas atuais
Mapeie onde estão as maiores fontes de gasto e onde a visibilidade é mais precária. Em geral, abastecimento e manutenção concentram mais de 70% das despesas operacionais de frota.
2. Definição de políticas de uso
Antes de ativar qualquer controle tecnológico, é fundamental ter a política de frota formalizada: quem pode abastecer, onde, quanto, com quais veículos e em quais situações a manutenção pode ser aprovada sem escalonamento.
3. Implementação do cartão e da plataforma
Com a política definida, o cartão corporativo de abastecimento é configurado com os parâmetros corretos, limites, restrições e centros de custo. A plataforma GoHub é ativada com o cadastro da frota, motoristas e fornecedores homologados.
4. Treinamento das equipes operacionais
Motoristas precisam entender como usar o cartão e quais são as regras. Gestores precisam saber como ler os dashboards e agir sobre os alertas. Esse passo é frequentemente subestimado e é o que mais impacta a taxa de adoção.
5. Monitoramento e ajuste contínuo
Nas primeiras semanas, os dados gerados pelo SGI revelam padrões que antes eram invisíveis. Esse é o momento de ajustar políticas, corrigir cadastros e calibrar os alertas para o perfil da frota.
Edenred GoHub: o SGI de mobilidade corporativa
O Edenred Mobilidade GoHub é a plataforma que integra em um único ambiente todos os pilares da gestão de despesas de frota: abastecimento, manutenção, pedágios e mobilidade.
Ele foi desenvolvido especificamente para o contexto de frotas corporativas brasileiras, o que significa que as integrações, as políticas de controle e os relatórios já estão configurados para a realidade de quem gerencia de 5 a 5.000 veículos, com múltiplos motoristas, centros de custo e fornecedores.
O que o GoHub centraliza:
| Frente | O que é integrado |
| Abastecimento | Transações em tempo real, alertas de desvio, relatórios por veículo/motorista/posto |
| Manutenção | Histórico por veículo, agendamento preventivo, fluxo de aprovação de orçamentos |
| Pedágios | Lançamentos automáticos por rota, conciliação com extrato de vale-pedágio |
| Financeiros | Dashboard de custo total da frota, custo por km, exportação para ERP (SAP, TOTVS, Oracle) |
| Compliance | Relatórios de conformidade de política, auditoria de transações, controle de alçadas |
Integrações com ERPs do mercado: o GoHub se conecta nativamente com os principais sistemas de gestão empresarial utilizados no Brasil, eliminando a necessidade de importação manual de dados entre o sistema de frota e o financeiro corporativo.

