No atacado e na distribuição, a mesma empresa opera perfis de veículo muito diferentes: o caminhão pesado na rota longa entre centros e o furgão ou a van na última milha, abastecendo o ponto de venda dentro da cidade. Gerir combustível e pedágio dessa frota mista em sistemas separados é onde o custo escapa. Centralizar tudo em uma plataforma é o que devolve o controle.
Esse recorte, o da frota que mistura pesada e leve na mesma operação, é pouco discutido, mas é o dia a dia de quem distribui. E é onde há mais margem escondida.
Por que a frota mista dispersa a gestão?
Porque cada perfil de veículo tende a puxar para uma ferramenta diferente. O caminhão pesado abastece diesel em posto de rodovia e paga pedágio na estrada; a van urbana abastece com mais frequência em rota curta e enfrenta pedágio e estacionamento na cidade. Quando cada frente é controlada em uma planilha ou um fornecedor próprio, o gestor perde a visão do todo.
O resultado é conhecido: preços de combustível que variam sem parâmetro, pedágio sem rateio claro por centro de custo e nenhuma base única para comparar o custo por quilômetro entre um veículo e outro. A capilaridade que faz a distribuição funcionar (muitos pontos de venda, muitas rotas) vira, na gestão, fragmentação.
| Dimensão | Caminhão pesado (rota longa) | Van urbana (última milha) |
| Combustível | Diesel, alto volume, em postos de rodovia | Abastecimento frequente, em rota urbana curta |
| Pedágio | Praças e free flow de rodovia | Pedágio urbano e estacionamento |
| Perfil de rota | Longa e previsível, entre centros de distribuição | Curta e capilarizada, muitos pontos de venda |
| Onde o custo escapa | Preço do litro e desvios de rota | Frequência de abastecimento e pedágio sem rateio |
| O que centralizar | Preço por volume e roteirização econômica | Controle por região/rota e rateio por centro de custo |
O que muda ao centralizar combustível e pedágio?
Muda a capacidade de enxergar e negociar. Com abastecimento e pedágio na mesma plataforma, o gestor passa a comparar o custo por veículo, por rota e por perfil, e a agir sobre ele. Preço de combustível deixa de ser sorte e passa a ser negociação; pedágio deixa de ser caixa-preta e passa a ter rateio por centro de custo.
Para a frota mista, a Gestão de Abastecimento da Edenred Mobilidade cobre os dois perfis: linhas voltadas à frota pesada e à frota leve, na maior rede multibandeira de postos do país, com cobertura nacional.
A camada de inteligência de preço acompanha o mercado com o IPTL, o Índice de Preços Edenred Ticket Log, e apoia a negociação com os postos a partir do volume abastecido. No pedágio, a Gestão de Pedágio organiza as passagens da frota urbana por centro de custo, e o Vale-Pedágio cobre o transporte de carga terceirizado, quando ele existe na operação.
Como isso vira ganho de margem na distribuição?
Porque na distribuição a margem se faz no detalhe repetido milhares de vezes. Cada centavo a menos no litro, multiplicado por uma frota que abastece o tempo todo, vira resultado no fim do mês. Cada parada evitada é um ponto de venda atendido no prazo.
Com visibilidade granular, o gestor identifica o veículo que abastece caro, a rota que consome pedágio demais e o perfil que puxa o custo para cima. A gestão sai do modo reativo (pagar a conta que chega) para o modo ativo (definir onde e por quanto abastecer, por onde rodar). É o mesmo princípio de eficiência aplicado a uma frota que, por natureza, é diversa.
Perguntas frequentes sobre gestão de frota mista
O que é uma frota mista? É a frota que combina perfis diferentes de veículo na mesma operação, como o caminhão pesado em rota longa e a van urbana na última milha, comum no atacado e na distribuição.
Por que a frota mista é difícil de gerir? Porque cada perfil tende a usar ferramentas e fornecedores diferentes para combustível e pedágio, o que fragmenta a informação e faz o custo escapar.
O que significa centralizar a gestão de combustível e pedágio? É reunir o abastecimento e o pedágio de todos os perfis de veículo em uma única plataforma, com visibilidade de custo por veículo, rota e centro de custo.
Uma só plataforma atende caminhão pesado e van urbana? Sim. A gestão de abastecimento cobre frota pesada e leve na mesma rede, e o pedágio é organizado tanto para a frota urbana quanto para o transporte de carga terceirizado.
Como a centralização vira margem? Ao dar visibilidade granular, ela permite negociar preço de combustível pelo volume, ratear pedágio por centro de custo e identificar os veículos e rotas que puxam o custo para cima.
Qual solução ajuda a centralizar combustível e pedágio de uma frota mista? A Edenred Mobilidade reúne, na mesma gestão, o abastecimento de frota leve e pesada, na maior rede multibandeira de postos do país, e o pedágio da frota própria, com a Gestão de Pedágio. Para a carga terceirizada, há o Vale-Pedágio. Assim, o distribuidor controla combustível e pedágio por veículo, rota e centro de custo em um só lugar, em vez de espalhar a informação por vários fornecedores.

Distribuição eficiente é distribuição sob controle
A frota mista é a cara do atacado e da distribuição, e não precisa ser sinônimo de gestão fragmentada. Reunir combustível e pedágio em uma plataforma única transforma a capilaridade da operação de dor de cabeça em vantagem, com custo visível e margem protegida em cada rota.
Quer centralizar a gestão da sua frota mista? Fale com o time da Edenred Mobilidade.

