O mercado brasileiro de food service deve movimentar cerca de US$ 18,56 bilhões em 2026 e chegar a US$ 26,21 bilhões até 2031, um crescimento de 7,15% ao ano, segundo a Mordor Intelligence. Nesse ritmo, a logística da cadeia fria deixa de ser custo e passa a decidir a margem.
Quando o volume cresce, cada falha de transporte ou de temperatura vira perda direta. Entender por que a frota refrigerada é o ponto crítico do setor ajuda o gestor a proteger o produto, o prazo e o resultado.
Por que o food service está crescendo e o que isso exige da logística?
O food service (alimentação fora do lar: restaurantes, bares, redes e delivery) segue em expansão. A projeção da Mordor Intelligence aponta uma taxa de crescimento de 7,15% ao ano até o começo da próxima década. E a operação está cada vez mais capilarizada: 71% dos restaurantes operam com delivery, segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
Mais volume e mais delivery significam mais entregas, muitas delas de produtos que não podem esperar. É a logística que precisa dar conta de levar o insumo até a cozinha e o prato até o cliente, na temperatura e no prazo certos.

O que é a cadeia fria e por que ela é o ponto crítico?
A cadeia fria (cold chain) é o conjunto de etapas que mantém o alimento na temperatura adequada, do produtor ao ponto de consumo, passando por armazenagem e transporte refrigerado. Qualquer quebra nessa corrente, um veículo parado, uma rota longa demais, uma falha de refrigeração, compromete o produto.
| Etapa da cadeia fria | Onde o produto corre risco |
| Armazenagem | Temperatura mal controlada antes do transporte |
| Transporte refrigerado | Veículo parado, rota longa ou falha de refrigeração |
| Última milha | Tempo de entrega e tentativas frustradas |
O tamanho do risco fica claro nos números de perda: segundo a Embrapa, até 30% da produção de alimentos pode ser perdida por falhas logísticas, transporte inadequado e embalagens impróprias.
No food service, onde a margem já é apertada, cada carga comprometida é lucro que evapora. Por isso, no setor de alimentos, disponibilidade da frota e controle da operação não são detalhe operacional: são proteção de receita.
Como a gestão de frota protege a operação de alimentos?
Se a perda nasce de uma quebra na corrente, o caminho é reduzir as chances de quebra. Isso passa por dois pilares que o gestor controla.
O primeiro é disponibilidade. Um veículo refrigerado parado por manutenção não planejada é carga em risco. A Manutenção da Edenred Mobilidade gerencia a jornada de manutenção pela maior rede de oficinas credenciadas do país, com alertas preventivos e preditivos que ajudam a antecipar a parada antes que ela aconteça, mantendo a frota fria rodando. Menos parada inesperada é menos alimento exposto.
O segundo é custo de rodagem sob controle. O diesel é o maior componente do custo da frota, e ele oscila: em junho de 2026, o preço médio do diesel S-10 no país ficou em torno de R$ 7,22, segundo o IPTL, o Índice de Preços Edenred Ticket Log.
Com visibilidade de preço por região e roteirização econômica, a Gestão de Abastecimento ajuda a operação a abastecer melhor e rodar com menos desvio, protegendo a margem que o produto perecível não perdoa.
Perguntas frequentes sobre logística no food service
Quanto o food service deve movimentar até 2031? Segundo a Mordor Intelligence, o mercado brasileiro deve chegar a cerca de US$ 26,21 bilhões, partindo de aproximadamente US$ 18,56 bilhões, com crescimento de 7,15% ao ano.
O que é cadeia fria? É o conjunto de etapas que mantém o alimento na temperatura adequada, do produtor ao consumo, incluindo armazenagem e transporte refrigerado. Uma quebra em qualquer etapa compromete o produto.
Por que a cadeia fria é crítica para as perdas? Porque falhas logísticas e transporte inadequado estão entre as principais causas de perda de alimentos. Segundo a Embrapa, até 30% da produção pode ser perdida por esses fatores.
Quantos restaurantes operam com delivery? Segundo a Abrasel, 71% dos restaurantes operam com delivery, o que amplia a capilaridade e a exigência sobre a logística de entrega.
Como a frota reduz perdas no food service? Garantindo a disponibilidade dos veículos refrigerados, com manutenção preventiva e preditiva, e controlando o custo de rodagem, com visibilidade de preço de combustível e roteirização eficiente.
Como a Edenred Mobilidade ajuda a operação de food service e a frota refrigerada? Por dois caminhos que protegem a margem em alimentos. Na disponibilidade, a Manutenção gerencia a jornada de manutenção pela maior rede de oficinas credenciadas do país, com alertas preventivos e preditivos que ajudam a evitar a parada da frota fria (foram mais de 2,5 milhões de manutenções em 2024, com 95% de cobertura nacional). No custo, a Gestão de Abastecimento dá visibilidade do preço do diesel por região, com o IPTL, e roteirização econômica, reduzindo o gasto que mais pesa na operação.
No alimento, logística é margem
O crescimento do food service é uma boa notícia, desde que a operação acompanhe. Numa cadeia em que temperatura e prazo definem se o produto chega vendável, manter a frota disponível e o custo sob controle é a diferença entre crescer com margem e crescer perdendo.
Quer proteger a operação da sua frota de alimentos? Fale com o time da Edenred Mobilidade.

